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Mato Grosso do Sul

Hospitalidade de Campo Grande encanta visitantes da COP15

Hospitalidade de Campo Grande se destaca na COP15

Eleita sete vezes Cidade Árvore do Mundo, graças às suas ruas arborizadas e à convivência harmoniosa entre o urbano e a natureza, Campo Grande recebe quem chega com um traço marcante: a hospitalidade, especialmente durante a COP15.

O evento ocorre nesse cenário onde araras cruzam o céu e capivaras dividem espaço com a rotina urbana e o tereré aproxima pessoas. Assim, a Capital sul‑mato‑grossense deu início ao primeiro dia oficial. Em outras palavras, começou a Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias.

Cidade anfitriã do evento, Campo Grande reúne lideranças. Além disso, vêm mais de 130 países. Por outro lado, a Conferência é um dos mais importantes encontros internacionais. Em síntese, ela foca na pauta ambiental. Sobretudo, reflete um momento histórico para a cidade.

Cidade superou as expectativas

Desde as primeiras agendas, a avaliação entre autoridades, delegações e participantes tem sido unânime: a cidade superou as expectativas. A estrutura montada, a organização e, principalmente, a receptividade da população foram pontos amplamente destacados por quem chega à Capital.

A prefeita Adriane Lopes ressaltou o protagonismo do município ao sediar o evento e a importância desse momento para a cidade. “É uma honra receber um evento dessa magnitude. Isso projeta Campo Grande e a transforma em um marco histórico, não só na pauta das aves e dos animais migratórios, mas também na forma como acolhemos todos que estão aqui”, afirmou.

O presidente da COP 15, João Paulo Capobianco, também destacou a estrutura e o acolhimento, reforçando a impressão positiva das delegações internacionais. Outro ponto que tem chamado a atenção dos visitantes estrangeiros é a relação direta de Campo Grande com a natureza.

“A cidade incorpora a questão ambiental de forma muito positiva. As delegações ficaram impactadas ao ver aves, macacos, capivaras e outras espécies circulando livremente. É uma COP realizada em um lugar onde a natureza está entranhada no cotidiano, o que estimula ainda mais o compromisso ambiental”, destacou Capobianco.

Entre os participantes, a indígena Adikayany Aimcupie também elogiou a cidade e compartilhou sua experiência na Capital. “Gostei muito. Achei um local muito bonito, com muitas árvores. É uma cidade bastante receptiva. Eu imaginava um clima diferente, mas encontrei um lugar acolhedor. Quero conhecer mais da cultura local, provar o tereré e descobrir a comida típica daqui”, contou.

Fonte: PM CG